Renan Calheiro é atualmente investigado em 10 inquéritos, sendo 9 no STF, réu em processo envolvendo desvio de verba pública e condenado em 1ª instância por improbidade administrativa.

  • (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Sob os holofotes à frente da relatoria da CPI da Pandemia no Senado e um dos principais nomes de oposição ao Presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), Renan Calheiros (MDB-AL) foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O senador é apontado por ocultação e dissimulação da origem de R$ 1 milhão supostamente recebidos como propina do Grupo Odebrecht em 2012. O pagamento teria sido compensação pelo apoio na aprovação de projeto de interesse da empreiteira.

O relatório chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira, 2, e irá para a Procuradoria-Geral da República (PGR), a quem cabe a decisão de denunciar ou não Renan.

Renan Calheiros afirmou em nota que apenas o STF tem competência para indiciá-lo e afirma que a investigação transcorre desde 2017, sendo prorrogada por não achar provas. Renan é atualmente investigado em 10 inquéritos, sendo 9 no STF, réu em processo envolvendo desvio de verba pública e condenado em 1ª instância por improbidade administrativa.

 

Redação PH Bezerros

Informações: Gazeta do Povo / O povo online