Dados registrados pelo instituto IBGE demonstraram que no segundo trimestre de 2021, o índice de desemprego permanece na casa dos 14,1 milhões de desempregados mesmo com o recuou deste índice no mês de Julho.

Do quantitativo total de mais de 14 milhões de desocupados, o instituto IBGE também demonstra que a região nordeste é a mais afetada pelo impasse econômico de geração de empregos com 18,8% desocupados, o que representa aproximadamente 2,6 milhões de pessoas em desalento trabalhista.

Em seguida a região nordeste, a região Sudeste aparece com 14,5% do quantitativo total dos desempregados na segunda posição seguida pelas regiões Norte com 14%, centro-oeste 11,6% e região Sul sendo a região com menos desempregados com 8,2%.

No último ano de 2020, o fator Pandemia do Coronavírus foi um dos maiores agentes influenciadores que gerou maior agravamento no quadro da desocupação e redução do trabalho no Brasil. Ao mesmo tempo, fatores como a diminuição do poder de compra causado pela alta da inflação gera obrigação de redução de consumo e o aumento da fome.

Causas de substituição de mão de obra por maquinário e a baixa capacitação da população afeta ainda mais o índice.

Por isto nota-se como consequências o aumento de índices de crimes como roubos e latrocínios, violência, elevação do número de pessoas que estão abaixo da linha da miséria, aumento do subempregos, e a piora em geral na perspectiva e qualidade de vida da população como um todo.

Redação PH Bezerros

Imagem reprodução: Foto: Jeso Carneiro – Flickr