Após mais de 1 ano de pandemia, Estados e municípios ainda não estão resguardados para receber população e medidas restritivas ainda são necessárias para conter disseminação.

Pessoas se encontram em três estados: 6 no Maranhão, 1 no Rio de Janeiro e 1 em Minas Gerais.

Risco de nova onda de contágio e disseminação em massa do covid-19 já é realidade. A nova variante preocupa as autoridades, pois, é considerada mais contagiante e pode agravar a situação dos hospitais com uma frágil estrutura mesmo após mais de um ano de pandemia.

Estados, municípios e autoridades já alertaram o governo federal sobre um possível colapso e pedem aceleração da vacina que é o meio mais eficaz de controle do contágio e resguardo da saúde da população.Infectologistas alertam sobre gravidade de novo período de alta contaminação e pedem imunizantes, enquanto Brasil já ultrapassa marca de 450 mil óbitos. 

o risco eminente de enfrentar uma terceira onda da pandemia se dá em razão de outra variante do novo coronavírus. A B.1.617.2, nova cepa do coronavírus, chegou ao Brasil por navio. Tem origem na Índia, país com maior predominância desse tipo viral. A mutação, somada à vacinação lenta no país, pode levar a mais um período crítico, com possível aumento de mortes e casos da doença respiratória e a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS). A gravidade da cepa requer novas medidas de combate à transmissão, como alertam infectologistas.

 

Redação PH Bezerros