As mães de crianças especiais tem reivindicado e evidenciado problemas que afetam o tratamento de suas crianças especiais na capital Recife. Em mais um caso a mãe relata que seu filho tem enfrentado dificuldades em relação em relação ao transporte público por direto de suas crianças.

De acordo com Flávia Simony que tem dois filhos com autismo e que fazem tratamento no Recife com frequências e que depende com essa mesma frequência do carro TFD tratamento fora domicílio.  O problema se dá no impacto às duas crianças devido os horários,  a mãe e seu filho viaja por volta das 3 horas da manhã e não tem previsão para horário da volta, além de epilepsia e as limitações referente ao autismo a criança enfrenta restrições severas em sua alimentação, ficando com fome ao passar o dia na espera do retorno.

Através da promotoria várias reuniões realizadas com a secretaria de Saúde do município, buscou – se formas para minimizar os impactos nas crianças referentes ao deslocamento ao Recife. Entre as medidas a possibilidade de carros destinados para crianças especiais ou até mesmo compartilhado, porém para um mesmo grupo de pessoas com autismo.

Evitando assim que as crianças sejam liberadas às 09h da manhã e tenham que esperar até às 15h ou mais como já ocorreu em várias outros dias, inclusive com carros superlotados, sem cadeirinhas e que já resultou em acidentes na BR 232. A matéria enviada a assessoria da prefeitura municipal e também ao conselho tutelar aguarda posicionamentos em relação a realidade do transporte da saúde para crianças especiais em Bezerros.