Em Bezerros existem 3 realidades: A que a gestão apresenta, a dela própria e a da população

Eles acham que mandam e desmandam. Eu discordo. Não odeio o jogador, odeio o jogo.

 

Coluna opinião do Redator

Redator: Rômulo Pedro

 

3 realidades conflitam-se em Bezerros após o rompimento do poder de uma classe politica que achava que mandava na cidade e no eleitorado Bezerrense. Que sirva de lição aos santos de paletó que se criaram e se criam atualmente: Todo poder emana e pertence ao povo! Se não trabalhar, cai fora. Tem sido assim nos últimos quase 30 anos na pacata Bezerros. A população com exceção da “patrulha da defesa instantânea” não acredita mais em falso moralismo e esparrelas de políticos que se consideram os únicos detentores da verdade e os salvadores da pátria. Como diria um velho amigo: Eles acham que controlam a galaxia. Eu discordo. Não odeio o jogador, odeio o jogo.”

Serei breve e objetivo, prometo.

Após a lição dada pela população a antiga casta de políticos covardes que achavam que a politica se fazia na cozinha de casa, o Bezerrense vive mais uma realidade difícil e conflitante com a chegada da nova gestão que detém um bom marketing e ótimos fotógrafos. O problema não mora ai, o problema mora quando a gestão vende uma imagem para fora da cidade que não condiz com a realidade que a população vive.

1- A realidade que a gestão apresenta: Esta encontra-se no que a democrata Lucielle consegue apresentar por enquanto. Pagamento de folha em dia, intenção de boa gestão fiscal, honrar dividas anteriores, tirar o município do vermelho – o abençoado e tão falado CAUC, organizar a casa para ser breve. Tudo isto nada além da obrigação, mas comparado às canalhices passadas, pode sim ser vendido como um bom produto para fora da cidade a seus amigos de “tão tão distante.”

 2A realidade dela própria: Esta é a mais difícil, pois além de atrapalhar seu governo, atrapalha muito mais o povo. Aqui é como se fosse aquela viagem a lua que falei anteriormente. “O fascínio de Neil Armstrong ao dar o primeiro passo na lua foi para democrata Lucielle a chega ao trono de pó chamado “Cadeira da Prefeitura.” O impacto foi grande, e mesmo com (6) meses, a sua realidade pessoal ainda é conflitante nas busca da “prova do valor” mesmo que não admitida. É o mais distante possível que um representante do executivo de uma cidade consegue estar de um povo que acreditou na mudança. É preciso que o encanto e o conforto da posição se quebre o mais rápido possível se não, a resposta vai vir nas urnas, é só voltar ao primeiro parágrafo para entender.

3- A realidade da população: Esta é a pior, pois é “aqui embaixo onde as leis são diferentes” – como diria Bruno Gouveia da banda Biquíni Cavadão, que sentimos que não houve mudança até agora, e se houve, foi pra pior. Ao olhar para redor, municípios menores e com mais dificuldades parecem avançar enquanto permanecemos estacionados como sempre foi. A população sente na pele como os serviços básicos permanecem defasados enquanto favorecimentos para aliados com que convém acontecem por trás das cortinas da prefeitura.

Por último, no teatro das tesouras, quem tem a cabeça cortada continua sendo a população que continua a vivenciar a mesma realidade de sempre enquanto precisa ouvir de políticos que se importam e que trabalham demais por nós. Imagine você que levanta 5 da manhã e volta pra casa as 8 da noite como eu, as vezes não ganha nem um salário mínimo pra sustentar essa atual classe política assim como sustentou a outra, ter que ouvir que se importam e que trabalham demais estendendo horário para boa e velha foto, mas quando abre a porta de casa tropeça em uma montanha de metralha, cai dentro de um esgoto e quando se precisa de um atendimento médico… Já sabe né? De fato, o grupo “O Rappa” estava correto na musica “fininho da vida” quando disse que os verdadeiros heróis são os guerreiros da lida que acordam todos os dias buscando algo melhor e tem que aturar falsos moralistas ano após ano.

 Por aqui eu encerro. A paciência dirá quando voltarei a escrever!

 

 Zé ninguém: Biquíni Cavadão

Quem foi que disse que Deus é brasileiro,

Que existe ordem e progresso,

Enquanto a zona corre solta no congresso?

Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha?

Eu não sou ministro, eu não sou magnata

Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém

Aqui embaixo, as leis são diferentes

Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém

Aqui embaixo, as leis são diferentes