Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

☑️ O ex-presidente Lula (PT) deverá chegar a Recife neste domingo às 15 horas, para cumprir agenda com lideranças políticas, movimentos sociais e conjunturas que deseja construir em 2022 para o Estado de Pernambuco que é o seu maior reduto eleitoral e Brasil. O petista cumprirá dois dias de agenda na capital pernambucana e uma delas será com o governador Paulo Câmara (PSB), que pode ocasionar na decisão final da aliança entre PSB e PT para eleições de 2022. Por influência da Pandemia e das restrições, não haverá ato público de massa.

“A vinda do presidente Lula é um sinal da retomada do diálogo que o Brasil precisa ter. O PT é um partido importante e sem sombra de dúvidas Lula é a maior liderança do campo da esquerda. Essa disposição de diálogo nós vemos com muita satisfação”, afirmou o presidente do PSB de Pernambuco, Sileno Guedes em entrevista ao Jornal JC.

O prefeito de Recife João Campos (PSB) também afirmou que o encontro com o líder petista não terá as eleições como única pauta e deixou claro seu posicionamento sobre o cenário que deseja ver construído a partir do próximo ano. ‘A conversa é sobre o momento desafiador que o país passa. A pandemia ainda está registrando um número elevado de óbitos por dia no país, o desemprego atinge mais de 14 milhões de brasileiros e temos o desafio de enfrentar iniciativas anti-democráticas quase diariamente. Garantir a democracia é fundamental. São sobre esses pontos que a conversa deve tratar”, declarou João Campos.

“A eleição é em 22, que é o ano da disputa eleitoral, e aí deverá ser discutida pelos partidos. E eu já registrei minha posição de que o PSB deve ter protagonismo e deve apresentar uma candidatura própria. É o melhor cenário que observo”, acrescentou o gestor.

O presidente do PT Pernambuco, o deputado estadual Doriel Barros, reforçou que o encontro entre o ex-presidente Lula e os socialistas, é muito importante, até porque as legendas já estão no caminho de construção de entendimentos. “Não vejo o momento como decisivo, mas de construção de pontes que pode nos levar a estarmos todos juntos no primeiro turno ou no segundo turno”, declarou Barros.

 

✓ Redação PH Bezerros com Informações do JC