Um povo que não conhece sua História está fadado a repetila.” (Edmund Burke​).

 

Coluna: Opinião do redator

Redator: Rômulo Pedro

 

 

 

 

 

 

 

 

O “SUPOSTO” – para não tomar processo (1) – déficit herdado pelas gestões passadas, em somatório total chegam a ultrapassar os R$ 60 milhões se adicionado o “rombo” do IPREBE sobre as divididas correntes de folha de pessoal, fornecedores, multas na receita federal, juros e restos a pagar deixados como uma bela hecatombe de presente. Para onde o dinheiro foi ou se sequer foi repassado adequadamente ninguém sabe, e, provavelmente, nunca virá a conhecimento público. Existem forças poderosas – os chamarei aqui de antigos leviatãs – por trás das cortinas da política, antigos leviatãs de fome insaciável e a única perspectiva ao acender a um cargo é a de devorar tudo e saciar seu desejo egoísta de poder.

Ao o que se parece – para não tomar processo (2) – atos irresponsáveis de décadas cada vez mais se acumulavam na gestão pública, e o que era algo possível de ser revertido, hoje simplesmente é algo QUASE que inalterável e a cidade encontra-se hoje no fundo do poço. É impossível quitar tal déficit sem que a cidade esteja estagnada por completo em seus serviços, incluindo os essenciais, o que, por sua vez, ocasiona o agravamento de problemas de infraestrutura e prejudica diretamente a população em destaque a parcela mais carente que é obrigada a conviver com falta de saneamento, iluminação, segurança, entulhos, falta de pavimentação e sem assistência médica de qualidade. Particularmente, em minha opinião, é injusto prejudicar a população sem os serviços essenciais para priorizar o financeiro da cidade para um futuro benefício político enquanto os verdadeiros culpados que “SUPOSTAMENTE” – para não tomar processo (3) – ocasionaram esta situação e que deveriam ser responsabilizados por seus atos CRIMINOSOS estão livres e frajolas dando risada da cara do povo beneficiados com o dinheiro desviado e ainda ocupando cargos públicos cevando cada vez mais seus buchos. Fizeram o que bem entenderam do dinheiro público, beneficiaram-se por anos, criaram grupos políticos poderosos, deixaram um déficit gigantesco na conta da cidade e se quer podem ser responsabilizados por isso, afinal, o “rombo” pertence à prefeitura e mesmo que tenham seus bens penhorados, a quantia não pode ser usada para quitar a ação – a lei não permite, pois é dever da gestão e do pagador de impostos de pagar a farra com o dinheiro público. Mas, porque haveria medo? Afinal, o crime compensa onde vivemos.

 Um povo que não conhece sua História está fadado a repetila.” (Edmund Burke​). Dessa maneira, não há como pensar em um bom futuro para o município sem a correção de atitudes antes realizadas. Para cada ação há uma reação e é impossível escapar da lei de causa e consequência. Então, é dessa forma que mesmo com boas intenções de correção e ajustes financeiros, a paralisação dos serviços prejudica e cansa a gestão da atual prefeita Lucielle (DEM). É difícil manter as atividades em dia e a população de maioria carente e imediatista começa a questionar se essa é a tal da renovação politica. É difícil ir à casa de dona Maria falar de quitação de dívidas e “rombo” do IPREBE quando a necessidade é a simples realização de um serviço de esgoto a céu aberto, e dona Maria da Gameleira não sabe nem o que é IPREBE. Do mesmo jeito que a dificuldade orçamentaria do município tira seu sossego, prefeita, o esgoto que passa na frente na casa de dona Maria da Gameleira tira o sossego dela e eu estar escrevendo essa bosta tira o meu. Cada um tem uma realidade e todas devem ser compreendidas.

É dessa forma com a maneira técnica de ser, e com a falta do dialogo político que nota-se que o sonho de uma mudança significativa para uma cidade melhor desenvolvida fica cada vez mais distante provando mais uma vez que o mito de salvador da pátria, ou melhor, do município, não existe. É o verdadeiro significado de “Expectativa vs Realidade” com as inconformidades e desencontros de ações que geram desgaste entre a população e as esferas de poder público o que leva essa meta de mudança ainda mais distante por mais tempo. Ser um bom representante é diferente de se considerar o salvador, talvez seja isso que falte entender a classe política de antigos leviatãs e a atual que se acha alto suficiente para descer do salto e voltar às raízes, afinal o que tem as palavras político e poder que fazem pessoas sensatas agirem como idiotas?

Por isso, a última saída para se manter no trono de pó seria a de uma total entrega e submissão da gestão Lucielle as vontades do Governo Federal de Jair Bolsonaro para envio de verbas federais e emendas visando dar fôlego e celeridade as ações previstas para começar no (3) ano da gestão que seriam entendidas como obras eleitoreiras. E mesmo assim, mais uma vez, seria um tiro no escuro, afinal, sabemos como o “mito” trata seus aliados. Além do mais, a aceitação do Presidente já não é das boas entre a população. Com 52% de reprovação nacional na última pesquisa e rejeição municipal de mais de 70%, assumir o peso de seu nome e “SUPOSTOS” crimes – para não tomar processo (4) –  seria um pouco arriscado, diria. A rua é sem saída mais uma vez. A possível luz no fim do túnel pode ser um trem!

Portanto, pra encerrar porque já estou sem paciência, a única saída possível para a Democrata de fazer um bom governo e entregar o que prometeu, sem brincar com o sentimento de mudança do povo, seja a que ela tanto deve temer e a mais óbvia, a do diálogo racional. Voltar seu escopo de governo e mostrar resultado na cidade e não a seus amigos de “tão tão tão Distante” – poucos entenderão a referência – seja um bom inicio, quem sabe? Trocar os bajuladores que a cercam e aconselham por pessoas capazes de enxergar alguma realidade, não precisa nem ser toda, também seria um passo no caminho certo. Por último, descer do salto para poder apoiar melhor seu pé no chão e caminhar com segurança sem ter medo de alguns calos, eles o fazem caminhar melhor com o passar do tempo – experiência própria. Tudo não passa de opinião do redator que não precisa ser levado a sério. Deus me livre um dia ser levado a sério e chegar descobrir a resposta da pergunta que fiz no 4º parágrafo. Ponto corrente para finalizar e frisar que os amigos de verdade são os que nos alertam na caminhada e não os que nos cegam falando tudo o que queremos ouvir, serve até de lembrança para outros. Mais um ponto corrente para dizer que no mais, desejo sorte a gestão e que faça um bom governo, afinal, o sonho da mudança é coletivo e ainda é cedo para tirar conclusões definitivas.

 

 A paciência dirá quando voltarei a escrever. Até lá e tentem ficar bem!

 

SIIMMMM LEVIATÃ É ESSE BICHO FEIO AQUI DA SÉRIE SUPERNATURAL (7) TEMPORADA. MUITO BOA, INCLUSIVE RECOMENDO! HHAHAHAHA

 

Coluna: Opinião do redator

Redator: Rômulo Pedro